segunda-feira, 17 de maio de 2010

Joelho de corredor

É comum alguns corredores sentirem dores após darem suas passadas em um treino ou até mesmo em uma competição. Mas dependendo da dor e da região, aquilo que poderia ser um simples desconforto pode ser uma lesão mais grave, que poderá deixar o atleta sem a corrida durante algum tempo.

Uma das contusões mais conhecida por parte dos atletas é o joelho de corredor, também chamada de síndrome da banda iliotibial, comum em aproximadamente 30% dos corredores. Essa lesão se dá pelo esforço exacerbado na articulação do joelho e pelos movimentos repetitivos, que favorecem o aparecimento de tendinites e fortes dores no local.

“Muitos problemas nesta articulação estão associados ao alinhamento inadequado e assimetrias no joelho, favorecendo o aparecimento de tendinites”, afirma Dr. Marcos Serra, fisioterapeuta.

Além de uma sobrecarga no joelho, essa lesão costuma aparecer em atletas que sempre correm na mesma direção, em descidas muito inclinadas e quando há um alto aumento de carga durante uma semana de treinamento. Fora isso, um músculo descapacitado pode gerar uma maior probabilidade de gerar um joelho de corredor.

“Alguns estudos têm relacionado a fraqueza do músculo do glúteo como um fator desencadeador. Quando estes músculos não atuam da maneira adequada durante a fase de apoio da corrida, diminui a habilidade para estabilizar a pelve. Sendo assim, outros músculos devem compensar se sobrecarregando”, explica Serra. Clique aqui e assista uma série de exercícios para a região.

Tratamento e recuperação
Após perceber dor leve e inchaço na parte frontal do joelho durante duas semanas, é aconselhável a procura de um médico especialista. Esses são os primeiros sintomas do que pode vir a ser o joelho de corredor, levando assim ao início do tratamento.

O primeiro, conhecido como sintomático, consiste no repouso, uso de gelo no local e até a indicação de antiinflamatórios. O tratamento desta lesão é considerado de médio à longo prazo, pois envolve a recuperação, fortalecimento e alongamento do músculo, além da adequação da carga de treino.

O tratamento da fase aguda leva de cinco a 20 dias, não incluindo a fase de manutenção, que pode levar até dois meses para ser normalizada. Em alguns casos, devido ao agravamento da lesão, esse problema pode chegar a fatos extremos. “Existem casos raros que podem requerer tratamento mais agressivo, como infiltrações e até pequenas cirurgias. Entretanto, a maioria dos casos são mais simples”, revela Joel La Banca, médico-ortopedista do Hospital Bandeirantes.

Evitando a lesão
Para garantir a boa saúde do seu joelho e continuar correndo, o atleta deve estar sempre atento a capacidade muscular do corpo, que pode ser checada por um profissional da área de educação física. “Para uma atividade saudável e prazerosa, o atleta deve respeitar o seu limite muscular. O corredor não pode se iludir apenas com o aquecimento de praxe”, alerta La Banca.

Veja alguns alongamentos, recomendados por Marcos Serra, que auxiliam na proteção contra o joelho de corredor:





Pratique exercícios físicos

Não dá para escapar. Dez entre dez médicos dizem que a prática de exercícios é importante para qualquer um que queira se manter saudável – seja qual for a idade. Além de melhorar o sistema imunológico e ajudar a controlar obesidade, estresse, hipertensão, colesterol, entre outros males, movimentar-se aumenta a qualidade e a expectativa de vida.

Um estudo inglês da University of Nottingham Schools of Graduate Entry Medicine and Biomedical Sciences mostrou que, à medida que envelhecemos, torna-se mais difícil manter o tônus muscular. Isso diminui a força e aumenta a probabilidade de quedas e fraturas.

De acordo com pesquisas, quatro tipos de exercícios são importantes para a saúde: de força, equilíbrio, alongamento e resistência. Os de força constroem músculos e aceleram o metabolismo, ajudando a controlar o peso; os de equilíbrio previnem quedas, responsáveis por torções e fraturas, especialmente em idosos; os de alongamento proporcionam maior flexibilidade nos movimentos; e os de resistência melhoram os batimentos cardíacos e a respiração. O ideal é fazer um pouco de cada. “O exercício físico programado, orientado por profissionais, é sempre benéfico em qualquer faixa etária, especialmente na terceira idade”, conta a fisioterapeuta Heloisa Guerra, de São Paulo.

Nota: Esse deve ser o décimo artigo que eu posto sobre a importância da atividade física. Nós como cristãos devemos mais do que nunca cuidar do nosso corpo. Junto com uma alimentação saudável, alcançaremos a plenitude de uma mente e corpo saudáveis.

Cochilar à tarde faz você aprender mais

Um estudo realizado por cientistas da Universidade da Califórnia, nos EUA, indica que cochilar à tarde pode melhorar o desempenho intelectual do ser humano. Dois grupos de adultos jovens foram submetidos a exercícios de aprendizagem com o objetivo de estimular o hipocampo, região do cérebro que atua no armazenamento de memórias.

Os resultados de ambos foram equivalentes ao meio-dia. Às 14h, uma das turmas foi submetida a um período de sono médio de 90 minutos, enquanto a outra ficou acordada. Às 18h, todos foram submetidos a uma nova bateria de exercícios. O grupo que ficou desperto teve rendimento pior em relação à rodada anterior, enquanto que aqueles que cochilaram não apenas foram melhores, como apresentaram ganhos na capacidade de aprendizagem.

Segundo os pesquisadores, uma noite sem sono derrubaria a capacidade de armazenar novas informações em cerca de 40%. Os resultados reforçam a hipótese de que o sono é necessário para "limpar" a memória de curto prazo, de modo a liberar espaço para novas informações.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

A importância dos Exercícios Físicos!

Artigo publicado no Boletim da IASD Central de Salvador.





A Importância dos Exercícios Físicos - Hidroginástica!

A importância dos exercícios físicos.
Mexa-se!
Além de ajudar a perder peso, melhorar o colesterol e a diabetes, os exercícios derrubam a pressão. Os mais indicados são os aeróbicos, como Hidroginástica, natação, caminhadas ou a corrida, que devem ser praticados de três a seis vezes por semana durante trinta minutos. Já a musculação, que era terminantemente proibida, agora está liberada. É certo que ela não reduz a pressão com a mesma eficácia, mas também não é ruim como se pensava. Mas ela só deve ser praticada em combinação com alguma atividade aeróbica e desde que a pessoa não tenha uma pressão maior que 16x10. Em todos os casos, é indispensável consultar o médico antes de dar a largada.

Hoje vou falar um pouco sobre a Hidroginática. Ela Pode ser praticada por homens, mulheres, jovens e idosos; pessoas ocupadas com pouco tempo para praticar exercícios, atletas em treinamento, gestantes, pessoas que estão se recuperando de alguma lesão, magros, gordos, pessoas com alguma deficiência e aqueles que querem uma outra opção para os programas normais de exercícios.

É uma atividade divertida, onde há uma grande interação durante a aula com outras pessoas. Pessoas tímidas podem se favorecer deste tipo de interação, se soltar mais e até eliminar a inibição.

Melhora a capacidade aeróbica, a resistência cardiorespiratória, a resistência e a força muscular, a flexibilidade e o bem-estar geral. Gasto calórico por volta de 400 kcal/hora. Melhora os níveis de força e o desenvolvimento dos principais grupos musculares, aumenta a circulação sangüínea e a resistência do sistema cardiorespiratório, tonifica os músculos, torneando braços, pernas e glúteos, melhora a flexibilidade das articulações.

Riscos/cuidados da hidroginástica: Desde que você tenha feito uma consulta médica anterior, recomendo um cardiologista, não há nenhum tipo de problema. Como a hidroginástica é uma atividade praticada com a água no nível do ombro, o peso do corpo diminui 90%. Isso praticamente elimina os impactos musculares e articulares. Quanto mais baixo o nível da água, maior será o impacto.

- Principais grupamentos musculares trabalhados na hidroginástica: Glúteos. Braços. Pernas. Abdômen. Costas.

- Dicas para um melhor rendimento físico na hidroginástica: Para trabalhar melhor a capacidade cardiovascular mantenha uma freqüência entre 70% e 85% da sua capacidadde total. Para perder peso e queimar gorduras é ideal manter a freqüência cardíaca entre 55% e 70%. Mantenha a respiração de forma contínua, não a bloqueie. Procure fazer pelo menos 3 aulas por semana de no mínimo 30 minutos.

Emerson Nolasco
É formado em Educação Física pela UNIJORGE e Pós Graduado em Atividades Aquáticas pelo IWL.
Foi também Professor e Coordenador da AquátiCAS(Academia de Natação e Hidroginástica do Colégio Adventista de Salvador).

Atualmente trabalha realizando exames de Bioimpedância em residências, condomínios e academias e também como Personal Trainer de Atividades Aquáticas. Contato: 99131-0247

segunda-feira, 5 de abril de 2010

A Nova Moda Alimentar: Ração Humana!

De repente, essa combinação de cereais integrais caiu na boca do povo. Trata-se de um suplemento que, apesar de ser muito procurado para afinar a cintura, não foi criado com esse propósito. Veja como e quando apostar na novidade.

Há cinco anos, a terapeuta natural Lica Takagui, de Curitiba, no Paraná, elaborou uma mistura de alimentos nobres, como o trigo, a linhaça, a aveia e a quinua, para assegurar sua saúde e a do seu filho, que estava a caminho. Com supervisão do nutricionista Daniel Boarim, também curitibano, criou a ração humana, hoje principal produto comercializado pela empresa que ela fundou, a Takinutri. A demanda pelo suplemento não parou de crescer: entre janeiro e dezembro de 2009, as vendas subiram de 2 mil unidades ao mês para 20 mil. Hoje, a marca possui mil pontos de venda espalhados pelo país. Já é possível comprar uma versão light, com ingredientes modificados para a dieta de gestantes e diabéticos. Sem falar nas dezenas de adaptações encontradas em feiras e lojas de produtos naturais.

Uma busca rápida na internet entrega que o principal foco de quem investe na tal ração é perder peso. “Ela possui uma densidade calórica baixa e promove sensação de saciedade”, confirma Boarim. “No entanto, deve ser usada para melhorar a saúde de um modo geral”, acredita. A mistura é rica em zinco, selênio, vitaminas do complexo B e, principalmente, fibras. “Essa é uma grande vantagem, já que a maioria das pessoas não alcança a quantidade recomendada da substância, que é de 25 gramas diários”, observa Glaucia Pastore, diretora da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo.

Se levarmos em conta sua composição química, pode-se deduzir que a ração humana melhora o funcionamento do intestino, reduz os níveis de colesterol no sangue e dá uma dose extra de energia, ajudando a proteger o corpo de uma série de doenças. Esses efeitos ainda não foram cientificamente avaliados. Mas já tem gente interessada em pesquisá- los no laboratório. “Pretendemos fazer uma parceria com a Takinutri para investigar a ração humana em testes clínicos”, conta Glaucia, da Unicamp.

Segundo Lica Takagui, consumir 2 colheres de sopa da farinha diariamente, o equivalente a 80 calorias, é a medida ideal para aproveitar seus atributos. Os donos da fórmula garantem que seu prazo de validade é de até dois anos em embalagem lacrada — depois de abrir, o período cai para aproximadamente dois meses. No entanto, é importante saber que as versões caseiras ou compradas em saquinho duram muito menos. Se você optar por triturar os ingredientes em casa, prefira consumir na hora ou considere um prazo de 15 dias, mesmo guardando na geladeira.

Para emagrecer, Lica sugere bater a mistura com um suco de frutas e tomar no café da manhã. Mas os especialistas concordam que o ideal é não incluir a ração na dieta por conta própria. “O problema é justamente o uso indiscriminado, sem orientação de um profissional”, pondera a nutricionista Silvia Papini, da Universidade Estadual Paulista, em Botucatu, no interior do estado. Há dois motivos para essa preocupação: as peculiaridades e os objetivos de cada um, além do fato de existirem diversas receitas, com ingredientes bem variados.

Na verdade, não há contraindicações para pessoas saudáveis — a não ser uma baita dor de barriga caso ultrapasse a quantidade sugerida. “Quem tem histórico de problemas no intestino ou acabou de passar por uma cirurgia, no entanto, deve tomar cuidado”, alerta a nutricionista funcional Daniela Jobst, de São Paulo. Sem a devida prescrição, o pó de cereais pode, inclusive, engordar. “Não dá para acrescentá-lo à alimentação sem fazer adaptações”, acredita Daniela. E aí entram em cena escolhas que você já conhece: frutas, hortaliças, carnes magras...

As substâncias que mais se destacam na combinação de cereais integrais são as fibras. Para que elas façam efeito de verdade, não se esqueça de tomar água durante o dia. Caso contrário, a ração humana pode provocar até uma constipação

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Estou no Twitter!

Bem, acho que vou seguir o caminho de muitos e me aventurar no twitter... espero que possa fazer mais amigos e assim trocar experiências. Lembrando que sempre estarei postando mensagens sobre saúde e estilo de vida e com cereteza de uma maneira mais dinamica. Abraços a todos! https://twitter.com/emerson_nolasco

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

8 Dicas para cuidar da voz

Rouquidão, dor na hora de falar, aspereza e garganta coçando. Muita gente não leva a sério e acha que cuidar da voz é coisa de quem canta ou trabalha falando o dia inteiro, porém, a "saúde vocal" ou "higiente vocal", como os médicos chamam, é essencial para o aparelho fonador de qualquer pessoa e alguns pequenos cuidados garantem que suas cordas vocais fiquem sempre saudáveis.

"Geralmente, as pessoas procuram um profissional quando o problema já está em um estágio mais avançado. O ideal é prestar atenção nos sinais que a voz nos dá. Ficar rouco com frequência, sentir dor, dificuldade na hora de falar ou viver com a garganta coçando são sinais de que algo vai mal", explica a fonoaudióloga Thays Vaiano.

Como funciona a voz
Os sons que emitimos são, em sua maioria, produzidos pelas cordas vocais. Localizadas na laringe, elas consituem um tecido musculoso com duas pregas.

Quando falamos ou cantamos, o cérebro envia mensagens pelos nervos até os músculos que controlam a aproximação das cordas vocais e fazem com que se forme um espaço estreito entre elas.

Ao expulsar o ar por elas, provocamos sua vibração, o que faz com que ocorra a produção do sons. Por serem elásticas, elas distendem ou relaxam de acordo com a intensidade do esforço que fazemos na hora de falar ou cantar, por exemplo. Para que este processo aconteça, usamos orgãos como lábios, a língua, os dentes, o véu palatino e a boca, que acomodam, modalizam e distribuem o ar e os sons.

Extensão vocal
A frequência natural da voz humana é determinada pelo comprimento das cordas vocais. Assim, mulheres que têm as pregas vocais mais curtas possuem voz mais aguda do que as que têm pregas vocais mais longas. É por esse mesmo motivo que as vozes das crianças são mais agudas do que as dos adultos.

A mudança de voz costuma ocorrer na puberdade e é provocada pela modificação das pregas vocais que de mais finas mudam para mais grossa. Este fato é especialmente relevante nos indivíduos do sexo masculino.

O comprimento e a espessura das cordas vocais determinam tanto para o sexo masculino como para o feminino, a extensão vocal da pessoa. "Quando você muda o tom de voz para mais ou menos alto, altera o esforço que faz nas cordas vocais e isso as prejudica. Como toda musculatura, ela precisa ser treinada e fortalecida com exercícios e muito cuidado, senão, um dia a voz pode falhar", explica Thays.

Problemas ocasionados pela falta de cuidados com a voz
Nódulo ou calo nas cordas vocais: 70% dos casos de distúrbios na voz são representados pelos calos nas cordas vocais. Parecidos com os que se formam nos pés, eles aparecem em função do atrito causado pelo contato direto e frequente entre as cordas vocais, formando uma camada dura e resitente que compromete o tom de voz e incomoda na hora de falar. "Como o paciente não sente dor, não se dá conta de que se trata de um problema. Só dá para perceber se a rouquidão ou outra irritação se tornar um sintoma frequente", explica a Thays.
"A notícia boa é que o mal tem cura e basta terapia para amenizar o problema, porém, não adianta nada fazer terapia e depois cometer os mesmos erros. Cuidar da voz é uma questão de condicionamento físico. Ela precisa estar forte para aguentar as variações do dia a dia", continua a fonoaudiologa.

Pólipos: " trata-se de uma espécie de bolhinha que estoura nas cordas vocais, também em função de um esforço maior do que a musculatura pode aguentar, porém, sua gravidade é maior e só é possível tratá-los com cirurgia de remoção", explica.

Dicas para blindar a sua voz
1.Evite o cigarro: a nicotina associada ao calor da fumaça resseca as cordas vocais fazendo com que você fique rouco ou force ainda mais a musculatura para falar.

2.Não tome café: o teor de cafeína associado à alta temperatura é um problema. "Assim como o cigarro, a bebida desidrata as cordas vocais, além disso, provoca um aumento da acidez no estômago causando refluxo e ardor na hora de falar", diz a fonoaudióloga.

3.Bebidas alcóolicas esquentam a voz? Isso é mito. O que acontece é que o álcool, assim como substâncias como propólis, não esquentam a garganta. Na verdade, eles ansestesiam a região por alguns minutos mas, quando o efeito passa, o problema continua e, para driblá-lo, fazemos ainda mais esforço. "Se você está com dificuldades para falar ou com rouquidão, é um indicativo de que algo vai mal e estes truques não vão resolver", continua ela.

4.Gelado faz mal? a especialista diz que não há nada científico comprovando que o gelado prejudica as cordas vocais. "Isso varia de pessoa para pessoa e cada um deve ter essa percepção", sugere Thays.

5.Fuja do ar condicionado: além de comprometer as cordas vocais, ele altera a respiração, fazendo com que a voz fique ainda mais prejudicada. "Ele resseca o aparelho fonador, e as cordas vocais precisam fazer um esforço muito maior para produzir o mesmo som que produziria sem tanta dificuldade se não estivesse exposta ao ar condicionado", explica Thays.

6. Nada de muitos condimentos na comida: eles deixam a comida bem mais saborosa mas, em compensação, podem provocar irritações nas cordas vocais e nem sempre um bom gole de água alivia o problema. Por isso, é melhor não exagerar.

7.Invista na maçã: a fonoaudióloga explica que a fruta tem ação adistringente e, por isso, "limpa" as cordas vocais trazendo alívio e bem-estar.

8. Beba muita água: nada pode ser mais benéfico para as cordas vocais do que a hidratação. Elas ficam mais limpas e saudáveis para que você enfrente qualquer situação sem precisar de um tradutor de última hora.

Para quem trabalha com a voz
Cantores, atores, contadores de histórias, guias. Essa turma depende da sáude da voz para exercer seu trabalho de forma eficiente."Costumo recomendar um personal fono para estes profisionais. Você começa com alguns exercícios suaves e específicos e, com o tempo, aumenta o treino até deixar a musculatura em ordem", conta a fonoaudióloga.

"O ideal é que aprendam a não concentrar a força no pescoço, pois é esta força cervical que compromete o aparelho fonador. Técnicas de respiração e articulação ajudam muito", continua.

Exercícios em casa
Existem exercícios simples para se fazer no dia a dia, porém, executá-los de maneira incorreta pode caussar o efeito contrário, por isso, segundo ela, o certo é primeiro procurar um profissional e, só depois, começar os exercícios adequados para você. "Uma boa opção é a vibração de língua, que já faz diferença e não te contra-indicação, desde que feita direitinho", finaliza.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

20 minutos de exercícios, 12 horas de bem-estar

Uma simples caminhada ou um passeio de bicicleta no parque são capazes de promover bom humor em grande parte do dia, revela uma nova pesquisa. A razão é química.

A boa fama das endorfinas, substâncias por trás daquele barato natural que dá as caras logo depois da prática esportiva, dura mais do que alguns minutos, como se pensava até poucos dias atrás.

Pesquisadores da Universidade de Vermont nos Estados Unidos, acabam de comprovar que a euforia saudável proporcionada por essas moléculas despejadas no cérebro durante a atividade física perdura até 12 horas, garantindo muita disposição.

Os cientistas americanos dividiram 48 indivíduos em dois grupos: metade faria exercícios e o restante permaneceria sedentário. Antes de iniciarem os testes, os participantes responderam a questionários sobre sua disposição mental. Em seguida, os integrantes do grupo da atividade física pedalaram por 20 minutos em intensidade moderada. Por fim, para avaliar o estado de espírito de todos os voluntários, os cientistas pediram a eles que respondessem às mesmas questões uma, duas, quatro, oito, 12 e 24 horas após o experimento. “Notamos que os distúrbios de humor diminuíram significativamente nas pessoas que pedalaram. Esse efeito foi observado imediatamente após a atividade e persistiu por 12 horas”.

Revela o autor do estudo, Jeremy Sibold. “Embora haja evidências de que os níveis de endorfina caiam rapidamente na circulação, acreditamos que seu tempo de atuação na massa cinzenta seja suficiente para anular o estresse e o cansaço por um tempo muito maior.” Aí, com o ânimo recobrado, a pessoa se sente numa boa, até que o bombardeio do dia a dia volte a sobrecarregá- la. Assim, o ideal seria repetir no dia seguinte mais uma sessão breve — e eficaz — de exercício.

O fato é que bastam 20 minutos de treino aeróbico para que seu corpo produza essas aliadas do bem-estar. “Em casos de transtornos como ansiedade e depressão, a atividade física é prescrita como parte do tratamento”. “E, além de combater a tristeza e o desânimo, as endorfinas ainda aumentam a resistência física e mental, fortalecem a memória e o sistema imunológico”, completa.

Classificadas como neuro-hormônios, as endorfinas conduzem impulsos elétricos entre os neurônios, as células cerebrais, proporcionando uma sensação de conforto contínua. Mas, para obter esse benefício, é preciso fazer por onde. “Garantir uma produção estável e equilibrada exige um padrão de atividade física regular”.

Dormir bem também é fundamental para que a massa cinzenta encontre paz e equilíbrio. “Há indícios científicos de que um sono de qualidade associado à prática esportiva potencialize a liberação de endorfinas”, diz o médico do esporte Victor Matsudo. Lance mão dessa dupla e aproveite.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Hipertensão.

Hábitos que valem por um tratamento

Este pacote de mudanças é um verdadeiro tratamento, capaz de evitar a subida dos ponteiros ou de suavizar os efeitos da hipertensão:

Controle o peso
Sabe-se que os quilos a mais estão por trás do disparo do ponteiro, principalmente se eles estiverem acumulados na região da barriga. E nem é preciso grandes sacrifícios: uma redução de 5% a 10% na balança já ajuda. Mas os médicos recomendam manter o índice de massa corpórea abaixo de 25%.

Mexa-se!
Além de ajudar a perder peso e melhorar o colesterol e o diabete, os exercícios derrubam a pressão. Os mais indicados são os aeróbicos, como Hidroginástica, natação, caminhadas ou corrida, que devem ser praticados de três a seis vezes por semana durante trinta minutos. Já a musculação, que era terminantemente proibida, agora está liberada. É certo que ela não reduz a pressão com a mesma eficácia, mas também não é ruim como se pensava. Mas ela só deve ser praticada em combinação com alguma atividade aeróbica e desde que a pessoa não tenha uma pressão maior que 160x100. Em todos os casos, é indispensável consultar o médico antes de dar a largada.

Olho no cardápio
Ele é fundamental para baixar a pressão. Limite o sal a uma colher de chá por dia e fique atento às pitadas ocultas, que estão em embutidos, conservas, enlatados, defumados e salgadinhos de pacote. Inclua no cardápio generosas porções de frutas e verduras e alimentos assados ou grelhados. Evite doces e gordura de origem animal. Aposte também nos temperos naturais, como ervas e limão, e abuse do alho. Sabe-se que, cru, ele ajuda a baixar a pressão. Estudos recentes também apontam os benefícios da uva isabel - um copo de suco da fruta por dia já ajuda a normalizar os valores.