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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

O que é bioimpedância?
Trata-se de um exame para avaliar a composição corporal. Uma inofensiva corrente elétrica percorre o corpo, e um aparelho mede a oposição da corrente do fluxo. Pois a corrente elétrica move-se em diferentes velocidades pela massa magra e gordura corporal. A composição corporal é calculada levando-se em conta a resistência da corrente, sexo, idade e altura.

Fácil, rápido, seguro e preciso! O exame de bioimpedância é um método moderno e considerado pela comunidade científica como de alta precisão na avaliação da composição corporal. Ele possibilita medir os percentuais de gordura que estão debaixo da pele e entre os órgãos, massa magra e água corporal. Isso é possível através de dois pares de eletrodos, que permitem que uma corrente elétrica de baixíssima intensidade e imperceptível passe pelo corpo. O exame é totalmente indolor e necessita de mínimo preparo prévio. Não é indicado para gestantes e portadores de marca-passo.
 
Porque realizar a bioimpedância:
Ao fazer este preciso exame, quando subimos na balança ela estará pesando músculos, ossos, pele, órgãos, água, fluídos e gordura. Por isso, nem sempre quando os ponteiros ou números da balança tradicional indicam que emagrecemos significa que perdemos gordura corporal. A meta de um programa de exercícios e de uma dieta equilibrada deve ser a redução e manutenção da gordura corporal em níveis saudáveis e a manutenção ou aumento da massa muscular (tecido magro e metabolicamente ativo).

O exame de bioimpedância é um dos recursos que o Professor Emerson Nolasco utiliza como Personal Trainer, o atendimento que ocorre na casa ou empresa do cliente e que valoriza e respeita a individualidade orgânica, o bem-estar e o estilo de vida de cada um.

Esta avaliação informa: 
  • Percentual de gordura corporal total;
  • Percentual  da massa magra (músculos, ossos e órgãos);     
  • Percentual de gordura visceral;
  • Total de água no corpo;
  • Idade metabólica.
Orientação para realizar o exame:

  • Evitar refeições grandes 4 horas antes;
  • Não realizar atividade física intensa no dia do exame;
  • Não consumir bebidas alcoólicas e cafeína (café, mate, chá preto e energéticos) a menos de 4 horas do exame;
  • Não fumar antes;
  • Evitar  medicamentos diuréticos no dia do teste

Emerson Nolasco
É formado em Educação Física pela UNIJORGE e Pós Graduado em Atividades Aquáticas pelo IWL.
Foi também Professor e Coordenador da AquátiCAS(Academia de Natação e Hidroginástica do Colégio Adventista de Salvador).

Atualmente trabalha realizando exames de Bioimpedância em escritórios, residências, condomínios e academias e também como Personal Trainer de Atividades Aquáticas. Contato: 99131-0247

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Por que os Adventistas não devem beber Coca-Cola. Artigo Revisado e Modificado em 04/06/2010

Hoje 04/06/2010 republico o artigo que postei no dia 21/05/2010 sobre: Por que os Adventistas não devem beber coca-cola. Esse está revisado e modificado. Saiba o porque...

Quando coloquei o artigo no blog e ele foi também divulgado pelo portal Advir.com, não imaginei que fosse causar tanta repercussão. Hoje, somente no Portal Advir ele já está perto de receber quase 2.500 visitas, mas pelos e-mails que recebi, vários sites de igrejas e associações também republicaram o artigo, o que abrange um número extremamente expressívo de pessoas que leram e comentaram o mesmo.

Nessa revisão, fiz as alterações que julguei necessárias para enriquece-lo e acrescentei também as fontes da minha pesquisa, já que muitos me pediram. Alguns "defensores da pretinha" acharam que muita coisa do que coloquei no artigo foi pura invenção e especulação, mas quando Portais respeitados no Brasil e no Mundo como Terra e BBC publicam notícias, passam por uma triagem enorme para se verificar a autenticidade do artigo escrito.

Por isso se você ainda não leu, saiba que esse pode ser um dos artigos mais completos sobre a questão do consumo de coca-cola, bebidas de cola e refrigerantes para a Igreja Adventista, já que os refrigerantes(qualquer um) pelo gás e quantidade de açucar ou aspartame também provocam danos ao nosso corpo que é templo do Espírito Santo.

Oro pra que todos os que leiam, compreendam a mensagem de advertencia que aqui contem e se e se o Espírito Santo falar a sua mente, divulgue e republique esse artigo que trará com certeza um alerta a todos aqueles que se encontram dormindo numa questão que mesmo para alguns seja sem importância, pelo menos pra mim envolve temperança e salvação.

Abraços a todos. Emerson Nolasco http://www.emersonnolasco.blogspot.com/ / www.twitter.com/emerson_nolasco

Vários artigos já foram escritos sobre o fato dos Adventistas fazerem uso de refrigerantes e bebidas de cola, principalmente a coca-cola, que depois da água é a bebida mais consumida do planeta. Eu já escrevi dois artigos e outros amigos também já postaram seus artigos em blogs que foram divulgados no portal Advir.com

Após lerem os artigos, recebemos mensagens de apoio, mas também de criticas e no fim, mesmo que por um tempo, alguns irmãos deixam de tomar a "pretinha" como alguns adventistas carinhosamente apelidaram a coca-cola, mas depois voltam a fazer uso dessa bebida que tem causado tanta polêmica, não só dentro da comunidade adventista mas também no meio secular.

Desse vez não ficarei tão imparcial como nos artigos anteriores, e se minhas palavras tiverem um tom mais duro, é porque acredito no que li tantos nos escritos inspirados da senhora White, como nas consequencias que estudos científicos já comprovaram, sobre o uso de bebidas estimulantes como a coca-cola, e também pelas fotos de onde vieram as palavras desse artigos como os respeitados Portais: Folha, Terra, BBC e muitos outros..

Ínicio

Ellen White nos alerta quanto a ingestão de alimentos estimulantes. A cafeína é uma substância estimulante presente em vários alimentos e bebidas. De acordo com o artigo científico “Consumo de Cafeína e Prematuridade”, publicado na “Revista de Nutrição”, “as maiores fontes de cafeína são café, chá, chocolate e refrigerantes do tipo cola.” Mais a frente o artigo diz: “A cafeína é, provavelmente, a droga mais freqüentemente ingerida no mundo, sendo consumida por pessoas de todas as idades.”

A maioria das pessoas que consomem refrigerantes similares à Coca-Cola não são capazes de dizer se os mesmos contêm, ou não, cafeína, de acordo com um estudo de Johns Hopkins. "Isto vai contra à afirmação dos fabricantes, que dizem que adicionam a cafeína puramente pelo sabor", afirma o psico-farmacêutico Roland Griffiths, Ph.D., que conduziu o estudo.

A pesquisa envolveu 25 consumidores de refrigerantes à base de cola. Descobriu-se que 8% deles eram capazes de detectar a cafeína em concentrações de 0,1 miligrama por mililitro, a mesma concentração encontrada na Coca-Cola clássica e na Pepsi. O restante do grupo não foi capaz de notar a diferença entre as colas que continham e as que não continham cafeína, até que os níveis desta fossem elevados muito acima daqueles aprovados pela FDA.

O artigo foi publicado na edição deste mês de Archives of Family Medicine.

"A indústria de bebidas insere uma droga que, brandamente, leva ao vício e altera o ânimo das pessoas, a qual ainda é responsável pelo maior consumo de refrigerantes cafeinados", diz Griffiths. Cerca de 70% dos refrigerantes americanos contém cafeína. As versões descafeinadas da Coca-Cola e da Pepsi representam apenas 5% da vendas.

"Como esses refrigerantes são agressivamente vendidos às crianças, os produtores deveriam explicar a razão da presença da cafeína", complementa.

Segundo Griffiths, tanto a nicotina quanto a cafeína são drogas psicoativas. Até recentemente, as companhias de cigarro negavam que a nicotina viciava e diziam que era adicionada apenas para melhorar o sabor dos cigarros. O mesmo ocorre com a cafeína, complementa.

Os refrigerantes representam a fonte mais rica de açúcar extra adicionada à dieta americana e o seu maior consumo pelas crianças toma o lugar de alimentos mais nutritivos, podendo aumentar a perda de dentes, bem como o número de casos de obesidade e de fraturas ósseas

É muito fácil dizer a um drogado que ele deve parar de usar droga, e a um viciado em alcool que ele precisa parar de beber. Entretanto, não é fácil dizer a um adventista que ele precisa abandonar a coca-cola, porque muitos de nós não temos coragem de abandonar essa bebida.
O uso de alimento estimulante e indigesto é, muitas vezes, tão ofensivo à saúde como alcolicas, e em muitos casos lança as sementes da embriaguez. A verdadeira temperança nos ensina a dispensar inteiramente todas as coisas nocivas, e usar judiciosamente aquilo que é saudável. Poucos há que se compenetram, como deviam, do quanto seus hábitos no regime alimentar têm que ver com sua saúde, seu caráter, sua utilidade neste mundo e seu destino eterno. O apetite deve sempre estar sob a sujeição das faculdades morais e intelectuais. O corpo deve ser o servo da mente, e não a mente a serva do corpo.” Patriarcas e Profetas, p. 562

Nos Regulamentos Eclesiástico-Administrativos da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia de 2007/2008, página 293, lemos o seguinte: “É desaconselhado o uso do café, chá e outras bebidas que contêm cafeína e qualquer substância prejudicial.” Também, no Concílio Anual, no outono de 2007, a administração da igreja confirmou que “Os ministérios adventistas de cuidado da saúde devem promover apenas as práticas baseadas na Bíblia ou no Espírito de Profecia, ou métodos de prevenção de doenças, tratamentos e manutenção da saúde baseados em evidências” (Ibid., p. 297).

Uma declaração do presidente da Bolívia, Evo Morales, colocou a sociedade em choque por revelar que uma das bebidas mais consumidas do planeta pode fazer uso de uma planta proibida pela comunidade internacional. Evo Morales em entrevista a BBC de Londres revelou que os EUA são o principal comprador de 99% das folhas de coca comercializadas legalmente na Bolívia.

“Segundo dados do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, existem hoje três empresas no país autorizadas a importar folhas de coca; uma delas, Stepan Chemical, é responsável desde 1903 pela fabricação, para a Coca-Cola, de um aromatizante incluído na fórmula do refrigerante”. “Esta demanda americana pelas folhas de coca é alimentada pelo uso da planta como base para a fabricação de um aromatizante utilizado na preparação da Coca-Cola.

Se houver a possibilidade de estar na composição básica do refrigerante, os efeitos da substância cocaína, seriam a dependência da bebida, onde o consumidor seria levado a sempre dar preferência pela marca, haveria também um estado de revitalização energética, agitação e euforia. Como a possibilidade da composição pode ser baixa, estes efeitos seriam brandos no consumidor. Além da composição do xarope incluir o subproduto das folhas de coca, o refrigerante também possui a cafeína; uma porção de 200 ml (copo) de Coca-Cola, por exemplo, contém 19 miligramas (mg)de cafeína. Além disso, o refrigerante também leva entre 10 a 12 % de açúcar. Isso equivale a 240 gramas de açúcar na tradicional garrafa de 2 litros.

Confira os efeitos colaterais da Coca-Cola em seu organismo após beber um copo de 500ml:

10 minutos – Uma quantidade parecida com 10 colheres de chá de açúcar golpeiam seu organismo (100% da recomendação diária). Com essa quantidade de açúcar, você só não vomita imediatamente porque o ácido fosfórico quebra o enorme sabor de açúcar, permitindo que a Coca não fique tão doce.

20 minutos – O açúcar do seu sangue aumenta, causando uma explosão de insulina. Seu fígado responde transformando todo o açúcar em gordura (que nesse momento é abundante).

40 minutos – A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, sua pressão aumenta e, como resposta, seu fígado joga mais açúcar em sua corrente sanguínea. Os receptores de adenosina no seu cérebro são bloqueados, evitando que você fique entorpecido.

45 minutos – Seu corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do seu cérebro. Fisicamente, é exatamente isso que acontece se você tomar uma dose de heroína.

60 minutos – O ácido fosfórico prende o cálcio, o magnésio e zinco no seu intestino grosso, provocando um aumento no metabolismo. Essa junção é composta por altas doses de açúcar e adoçantes artificiais. Isso também faz você eliminar cálcio pela urina.

65 minutos – A propriedade diurética da cafeína começa a agir, e faz você ter vontade de ir ao banheiro. Agora é certo que você ira defecar a junção de cálcio, magnésio e zinco; que deveriam ir para seus ossos, assim como o sódio e a água.

70 minutos – O entusiasmo que você sentia, passa. Você começa a sentir falta de açúcar, que faz você ficar meio irritado e ou com preguiça. Essa hora você já urinou toda a água da Coca, mas não sem antes levar junto alguns nutrientes que seu corpo iria usar para hidratar o organismo e fortalecer ossos e dentes.

Mais um detalhe: A Coca Light e agora a Zero tem sido considerada cada vez mais pelos médicos e pesquisadores como uma bomba de efeito retardado, por causa da combinação Coca + Aspartame, suspeito de causar lúpus e doenças degenerativas do sistema nervoso.

O ingrediente ativo na Coca-Cola é o ácido fosfórico.
Seu PH é 2,8. Ele dissolve uma unha em cerca de 4 dias.
Ácido fosfórico também rouba cálcio dos ossos e o maior contribuinte para o aumento da osteoporose.


Há alguns anos, fizeram uma pesquisa na Alemanha para detectar o porquê do aparecimento de osteoporose em crianças a partir e 10 anos (pré-adolescentes). Resultado: Excesso de Coca-Cola, por falta de orientação dos pais.

Para transportar o xarope de Coca-Cola, os caminhões comerciais são identificados com a placa de Material Perigoso que é reservado para o transporte de materiais altamente corrosivos.
Os distribuidores de Coca-Cola têm usado a coca para limpar os motores de seus caminhões há pelo menos 20 anos.

A lei JA ordena-me: Cuidar do meu corpo, manter a conciência limpa.

Emerson Nolasco Maio e Junho de 2010

Fontes Bibliográficas:

BBC BRASIL.COM e BBC de LONDRES
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/01/060111_cocaleiroscocacolarw.shtml

PORTAL TERRA
http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI228538-EI1502,00-Efeitos+fisicos+e+emocionais+do+refrigerante.html

DIÁRIO DA SAÚDE
http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=refrigerantes-cola-causam-superdimensionamento-muscular&id=4161

LIVRO PATRIARCAS E PROFETAS ELLEN G. WHITE pg. 562

Regulamentos Eclesiástico-Administrativos da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia de 2007/2008

LÁCTEA BRASIL
http://www.lacteabrasil.org.br/pagina.asp?idS=21&idN=328

EMEDIX PORTAL DE SÁUDE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS
http://emedix.uol.com.br/not/not2000/00ago14nut-jhmi-cic-cafeina.php

domingo, 6 de maio de 2007

Fumaça de cigarro também mata não fumantes!

Substâncias tóxicas da fumaça podem causar câncer mesmo em quem não fuma.
Ao todo, são mais de 4.000 substâncias tóxicas. Os efeitos de todas elas são devastadores. Uma das mais famosas, a nicotina, é a mais potente, levando quem a consome à dependência e causando estragos, principalmente no coração e na circulação. Que o vício de fumar causa danos irreversíveis à saúde, a maioria das pessoas já sabe. O que nem todos sabem é que os efeitos das diversas substâncias do cigarro atingem em cheio mesmo as pessoas que não fumam, mas que convivem com fumantes."É muito comum esposas não fumantes de maridos fumantes (ou vice-versa) desenvolverem câncer de pulmão ou outras doenças do coração por conviverem com quem fuma", alerta o oncologista Carlos Frederico Pinto, de São José. "Um caso grave é o dos garçons. É comum doenças de fumantes em garçons que não fumam, mas trabalham em lugar que é permitido o fumo."Entre os principais problemas que atingem fumantes e fumantes passivos estão os cânceres de pulmão, garganta, estômago, bexiga e boca, além de doenças circulatórias, pressão alta, derrame, enfizema, bronquite crônica e doenças respiratórias e alérgicas de toda espécie.
Pessoas que ficam expostas à fumaça do cigarro podem ter bronquite, pneumonia, resfriados e asma, principalmente crianças e adolescentes. Além disso, uma pesquisa realizada nos EUA constatou que a causa da doença de 3000 pacientes com câncer de pulmão estava associada ao fumo passivo.
Um cigarro aceso produz 2 tipos de fumaça: a que o fumante aspira e devolve depois que é filtrada no seu pulmão, e a chamada lateral que é aquela que o fumante passivo entra em contato. Esta última sai diretamente do cigarro e, por não passar pelo filtro do pulmão de quem está fumando, possui as mesmas substâncias tóxicas que a primeira em concentrações ainda maiores .
A fumaça lateral contém 3 vezes mais nicotina, 3 vezes mais monóxido de carbono e 50 vezes mais substâncias cancerígenas.
Nos locais fechados em que é permitido fumar, as partículas da fumaça se espalham rapidamente levando a concentrações que excedem os níveis padrão de qualidade do ambiente. Atualmente nas grandes empresas já se pode ver as áreas criadas especialmente para os fumantes, não sendo permitido fumar em outro lugar. Caso não houvesse um lugar específico para os fumantes, uma pessoa que não fuma ao final de um dia de trabalho (aproximadamente 8 horas diárias) chegaria a fumar de 1 a 4 cigarros.
Diversas pesquisas vêm sendo elaboradas a respeito desse tema e, desde já, cientistas mostram que a incidência de câncer de pulmão entre os fumantes passivos é duas vezes maior do que a encontrada na população geral, e que as esposas dos fumantes têm o dobro de chance de desenvolverem este tipo de doença quando comparadas com as esposas de não-fumantes. Filhos de fumantes estão mais suscetíveis a doenças respiratórias que os demais, sem falar que o exemplo de ter pais fumantes é muitas vezes seguido por eles mais tarde
FUMAÇA - A maneira mais eficiente de evitar os malefícios do cigarro é não ter contato com a fumaça. "Para isso, os fumantes devem ir para ambientes abertos e jamais devem jogar as pontas do cigarro aceso no chão", recomenda o oncologista.
Evite ficar perto de pessoas que fumam. No trabalho, em ponto de ônibus, shopping, em casa, aonde você esteja ou vá, fuja da fumaça do cigarro, pois saiba que aos poucos você fumante passivo também está sendo envenenado.
O fumo passivo mata mais de 79 mil pessoas por ano na Europa, esta foi uma das conclusões de um relatório recentemente publicado por quatro organizações europeias que vem alertar para os benefícios de uma Europa sem tabaco.
Emerson Nolasco.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

26 de Abril dia nacional de combate a Hipertensão

É a maior campanha nacional de conscientização sobre a doença. Neste ano, o tema da campanha é a hipertensão em jovens e crianças. Nesse público, a hipertensão está geralmente associada à má alimentação e ao sedentarismo, por isso é tão importante promover a conscientização. A hipertensão está presente em 5% dos 70 milhões de crianças e adolescentes no Brasil. São 3,5 milhões de crianças e adolescentes que precisam de tratamento. "A hipertensão está cada vez mais presente nas idades mais jovens e não estamos nos dando conta disso", alerta o presidente do Departamento de Ligas da SBH e professor de Cardiologia da UERJ, Ayrton Pires Brandão. Segundo o pesquisador, há relação constante entre o sobrepeso e o aumento dos níveis de pressão arterial nessas faixas etárias. Muitas horas dedicadas ao computador e à TV e as guloseimas diárias oferecidas nas escolas e consideradas como refeições fáceis para o dia-dia dos pais estão relacionadas com o avanço da hipertensão em jovens e crianças.

A hipertensão é um mal silencioso e a ausência de sintomas bem definidos retarda o diagnóstico da doença que, muitas vezes, é feito somente quando problemas mais sérios aparecem. E quando falamos em problemas sérios, estamos falando de comprometimentos vasculares, tanto cerebrais, quanto cardíacos.
Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, dentre os fatores de risco para mortalidade, a hipertensão explica 40% das mortes por AVC (Acidente Vascular Cerebral) e 25% daquelas por doença coronariana.
No Brasil, a principal causa de morte em todas as regiões do país é o AVC, o popular derrame, acometendo mais as mulheres. Segundo o Ministério da Saúde, dos que sobrevivem à ocorrência de derrames, 50% ficam com algum grau de comprometimento. “A única forma de saber se a pessoa apresenta o problema é medir sua pressão em exames de rotina, realizados anualmente”, informa a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Centro Integrado de Terapia Nutricional.
A Sociedade Brasileira de Hipertensão recomenda que a pressão arterial deve ser medida regularmente, no mínimo, uma vez por ano, inclusive por aqueles que não têm ou desconhecem ter a doença. A recomendação se aplica também às crianças, a partir dos três anos de idade. Já para os hipertensos, a verificação da pressão deve ser muito mais freqüente para o controle adequado da doença.

Hipertensão no Brasil
Diagnóstico médico prévio de hiper-tensão arterial:
No sexo masculino, as maiores freqüências foram observadas em Recife (22,5%), Belo Horizonte (22,7%) e Vitória (23,1%) e as menores em Florianópolis (14,9%), Palmas (14,9%) e Brasília (15,5%). Entre mulheres, as maiores freqüências foram observadas em Recife (26,8%), Salvador (27,3%) e Rio de Janeiro (28,0%) e as menores em Palmas (15,3%), Teresina (18,4%) e Manaus (19,2%).

Gênero
Levantamento aponta que mais mulheres (24,4%) do que homens (18,4%) referem o diagnóstico médico prévio de hipertensão arterial. Em ambos os sexos, o diagnóstico de hipertensão arterial se torna mais comum com a idade, alcançando cerca de 5% dos indivíduos entre os 18 e os 24 anos de idade e mais de 50% na faixa etária de 65 anos ou mais de idade.
Fonte: Sistema de Monitoramento de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (Vigitel) do Ministério da Saúde.

Causas da hipertensão

Considera-se que a pessoa é hiper-tensa se, medindo a pressão arterial em repouso, obtêm-se valores acima de 140x90mmHg. Esses são os números de corte. Acima deles, a pressão é considerada elevada; abaixo, é normal. Esse valor independe da idade, tanto faz se a pessoa tem 20 ou 60 anos. Por isto, é tão importante medir a pressão regularmente. Como a hipertensão é uma doença assintomática, ela deve ser aferida regularmente, mesmo nas pessoas aparentemente livres da doença. “O intervalo entre uma medição e outra deve ser de no máximo um ano. Isso nos permite garantir um diagnóstico nas fases iniciais de uma eventual doença”, recomenda a médica.
Não se sabe ao certo a razão para o aparecimento da hipertensão arterial, mas fatores genéticos são os mais importantes, uma vez que a presença da mesma em um ou ambos os pais, já torna o filho um candidato a se tornar hipertenso também. Além disso, a hipertensão arterial tem características vasculares, neurológicas, nefrológicas, cardiológicas e endócrinas, o que a torna uma doença estudada e tratada por muitas especialidades médicas.
Do ponto de vista endocrinológico, sabemos que fatores hormonais são responsáveis pela redução da elasticidade dos vasos sangüíneos e, por conseguinte, pelo aumento da pressão arterial. A conseqüência, a longo prazo, é um trabalhoso esforço do coração para conseguir bombear o sangue nesse leito vascular estreitado, exercendo uma atividade de musculação contínua, diária, exaustiva, fazendo com que a musculatura do coração sofra hipertrofia como o bíceps de um halterofilista.
O excesso de peso também é um dos fatores causais da hipertensão. Ele é responsável pelo aumento de 2 a 6 vezes do risco de hipertensão. Os hipertensos com excesso de peso devem seguir programas para redução de peso. Segundo as IV Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, o IMC, Índice de Massa Corporal, deve ser inferior a 25kg/m2 e a circunferência da cintura inferior a 94cm para homens e 80cm para mulheres. Uma redução de 5% a 10% do peso inicial já é capaz de baixar a pressão arterial.

A dieta do hipertenso
“Entre as influências nutricionais na hipertensão arterial o sal é sem dúvida o fator mais importante, uma vez que seu excesso na dieta influencia não somente o agravamento da doença, como concorre para uma maior incidência de hipertensos em uma população sadia. Logo, comer menos sal faz parte da prevenção da hipertensão arterial e também do seu trata-mento”, explica a endocrinologista. Comer porções normais de sal implica em dois cuidados: não o adicionar na comida pronta e cozinhar com pouco sal. O ideal é que a pessoa ingira de 6g a 8g de sal por dia. Na verdade, se ela eliminar totalmente o sal no preparo das refeições, ainda assim estará ingerindo dois ou três gramas por dia, porque alguns alimentos já contêm um pouco sal em sua composição.
Fonte: Sociedade Brasileira de Hipertensão.